27 de abr de 2011

Das coisas cultiváveis

Não importa o nome pelo qual me chamam. Não importa o título que ostento para o mundo. Ou os símbolos que porventura carregue nas mãos. Se tem uma coisa que eu aprendi é a dar mais importância ao que se sente, as verdades que não precisam ser oficializadas ou verbalizadas. Chega dos extremos: daquele que deixa o mato do jardim crescer em completo sinal de descaso àquele que poda tudo milimetrica e avassaladoramente.

É só a paz do jardineiro que sabe o que cultivar e o que podar. Conhece as flores e as estações do ano. A tranquilidade do equílibrio.

Coisas que se sabe só de olhar para ele.

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