3 de abr de 2011

Restart, Justin Bieber & outros insultados

A moda agora é falar mal de Restart, Justin Bieber e outros artistas de tendências musicais contemporâneas. E aí eu me pergunto: vale a pena? Para mim, não representam nada, não me ofendem, não me tocam, não me acrescentam nada. Têm o seu valor dentro do amplo grupo de música pop  e comercial e não vejo o porquê as pessoas gastam tanto tempo falando mal deles. O que eu sempre digo é dar a cada coisa o seu devido valor. Restart, Justin Bieber e afins têm o seu espaço, por isso tantos fãs. Mas o que eu nunca admitiria é que fossem comparados a artistas musicalmente superiores. E acho um barato como a minha geração fala dos modismos (musicais ou não) dos mais novos como se nunca tivesse seguido nenhum modismo. Somos jovens demais ainda para ostentar o discurso enferrujado da vovó: "no meu tempo as coisas eram diferentes". E mesmo quando formos mais velhos, gostaria que pudéssemos escapar desse discurso.

Ounvindo Winter (The Dodos)

2 comentários:

Fabi Muliterno disse...

Hummm... faz sentido. Não deveriamos nos sentir "ofendidos" por coisas que simplesmente não valem a pena.

Dai disse...

Eu acho que o Restart, por exemplo, virou aquele senso comum só pro negativo. Quando o povo não sabe do que falar, fala mal do Restart. Como você bem disse, todas as épocas tiveram modismos que outras gerações viam e achavam horríveis. Cada coisa tem o seu valor dentro de um contexto, e ao invés de ficar pichando o Restart, por exemplo, as pessoas deveriam pensar no porquê de os adolescentes se identificarem.

beijo