9 de jun de 2010

Problemas: por que tê-los?

A verdade é uma só: tem problema que a gente não resolve de primeira. Okay, então tentamos resolver depois, certo? Mas e quando esse "depois" funciona no estilo das prestações em longo prazo a perder de vista? Postegar problemas é uma coisa perigosa, principalmente se você acha que eles estão resolvidos. Longe dos olhos, da sua vista/ vida, longe do coração? Sim, o problema foi misteriosamente foi resolvido, sem que ninguém - muito menos você - movesse uma palha se quer.

Podemos deixá-los como um urso hibernando durante um tenebroso inverno. Podemos transformá-ls num bebê e fazer com que adormeça. Podemos abandoná-los num deserto. Trancá-los num baú. Acorrentá-lo num porão. Não importa. Uma hora o urso e o bebê acordam. O que foi abandonado retorna. O que foi trancafiado ou acorrentando se liberta. Fantasmas são passíveis e quase nunca são fantasminhas camaradas.

Sendo assim, não adianta deixar os problemas para [tão] depois e nos convencermos de que eles evoaporaram. O ciclo da água traz os poluentes e venenos de volta, contaminando todo um ecossistema. Pelo menos é isso o que eu me lembro da escola: lençóis freáticos contaminados contaminam todo o ambiente. E sobre o desequilíbiro causado pela contaminação dos mangues eu nem falo nada - há quem fale muito melhor do que eu.

Em suma: dê um fim aos problemas antes que eles dêem um fim em você.

2 comentários:

Holmes disse...

Confesso que viciei em ler seu blog, maninha. ^^

Triana. disse...

Não consigo deixar de adiar resoluções... Com faz? =S