12 de mar de 2011

Meu nome não é Helena

Nunca fui de curtir novela, muito menos da Globo, muito menos das oito - que sempre passa às nove, vai vendo o grau de precisão.

Mas se tem uma coisa que é pior do que novela da Globo em horário nobre, é novela da Globo em horário nobre do Manuel Carlos. Sempre a mesma receeita infalível e enfadonha: uma heroína Helena sonsa (igual a todas as demais Helenas), overdose de MPB e as maravilhosas praias do Rio, retratada como uma cidade sem quaisquer tipos de problemas. Abracemos o Rio fictício então.

Mas pior, muito pior do que tudo isso, foi ter que ouvir o Manuel Carlos dizendo que ele entende de mulher melhor do que as própriass mulheres. Nem nós nos entendemos às vezes. Quanta prepotência! Vai ser petulante assim em... Ipanema, mas na Ipanema fictícia. Conseguiu a minha antipatia eterna e olha que isso é para poucos...

3 comentários:

Tatiana Monte disse...

Vende a imagem " perfeita" da mulher, todas muito bonitas, maridos ricos, empregadas, salas perfeitas, vidas perfeitas..que são movimentadas por dramas burgueses, perfeitos também!
Pena que de tão fictício acaba virando quase "Novelas do absurdo"

O que mais me engasga é que são usadas como anestesia!!e bem usadas

Bia disse...

Manuel Carlos que se afogue... na praia fictícia do Projac! Velho babão!

Anônimo disse...

Fora que os ricos não trabalham e os pobres tem vida melhor que a classe média, mas reclamam.

Gabrz