7 de mar de 2011

Play the game

Ontem morreu mais um romântico. Morte matada, não morte morrida. Não o último, mas mais um dos que não consegue compreender ou apreender uma realidade dura e infeliz. Parecia estar tudo errado, tudo ao contrário. Negócio resolvido: não quer mais brincar. Não daquele jeito. Quanto mais o tempo passa, mais vejo isso acontecer. Será que sou a única a querer brincar desse jeito ainda? Mas será que eu ainda quero mesmo e levo jeito? Ele disse que sim.

Ouvindo Not the drinking (Lauren Pritchard)

2 comentários:

Flávia Amaral disse...

Foda, hein. Acho que muito do que chamamos "romantismo" também atende por "imaturidade"... mas ainda tem uma parte que é romantismo puro, mesmo. Nesse eu ainda acredito e ainda quero brincar. :D

A ruiva da foto disse...

A meu ver, brincar e apostar são sinônimos nesse caso. E quando se perde muito na brincadeira/ aposta? Bom, isso é um risco e não vale a pena desistir por esse motivo específico. Mas é bom se levar em consideração que, depois de uma seqüência de perdas, você pode não ter mais com o que apostar, ou achar que não vale a pena. Mas também tem os que levam a sério a história do "é como loteria...quer ganhar? Como, se não apostar?"